A FAA, órgão que regula a aviação civil nos EUA, está usando webcams para garantir a segurança de passageiros no Alasca, o Estado americano mais próximo do Pólo Norte. Agora, há 30 câmeras instaladas em regiões montanhosas, em escarpas no litoral e em vilarejos remotos. As imagens em tempo real podem ser observadas no site da FAA http://akweathercams.aa.gov por pilotos antes da decolagem e por controladores de vôo. Se as cartas meteorológicas e as imagens de radar oferecem informações preciosas sobre o clima, as câmeras não deixam dúvidas. O mau tempo no Alasca produz estatísticas trágicas: ali ocorre um acidente aéreo com morte a cada dez dias. “Precisamos de novas estratégias para mudar essa situação”, diz Pat Poe, técnico da FAA. O sistema custou US$ 2 milhões. A informática também ajuda a meteorologia na Flórida. Lá, a Nasa vai empregar um avião-robô para perseguir relâmpagos em tempestades. Com envergadura de 17 metros, ele mergulhará em nuvens carregadas. A idéia é realizar medições que ajudem a estudar a formação de raios.

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